
Primeiramente, entender como abrir petshop ajuda quem deseja atuar em um setor em expansão, pois o segmento cresce de forma constante no Brasil. A abertura exige atenção às etapas legais, fiscais e financeiras, já que cada detalhe influencia o início do negócio. Essa estrutura também depende de uma boa contabilidade para pet shop, a fim de que tudo funcione sem riscos.
Ao mesmo tempo, muitos empreendedores ficam inseguros porque desconhecem regras, alvarás e exigências dos órgãos municipais. Portanto, este guia mostra o processo completo e oferece orientações práticas para quem quer abrir sem complicações.
Como abrir petshop: etapas essenciais
Abrir um pet shop exige cuidados específicos, pois esse tipo de negócio lida com higiene, saúde animal e regras municipais bem claras. Em outras palavras, seguir um caminho organizado evita gastos desnecessários e reduz atrasos.
1. Planejamento inicial
Antes de mais nada, o planejamento orienta todas as decisões, principalmente porque o setor envolve produtos, serviços e responsabilidade técnica.
Alguns pontos importantes incluem:
- Definição do público-alvo e do tipo de pet shop;
- Escolha da região, considerando fluxo de clientes, visto que o bairro influencia muito no resultado;
- Análise de concorrentes e diferenciais;
- Previsão de custos iniciais e capital de giro.
Essas definições importam, pois direcionam as próximas etapas e mostram se o projeto é viável.
2. Escolha dos serviços oferecidos
A estrutura muda conforme o modelo do negócio, já que cada serviço exige autorizações diferentes.
Os formatos mais comuns são:
- Loja de produtos (ração, acessórios, itens de higiene);
- Banho e tosa;
- Serviços veterinários com responsável técnico;
- Modelo híbrido, combinando produtos e serviços.
A escolha deve ser feita com o intuito de atender à necessidade do público local. Na Zona Sul de São Paulo, por exemplo, negócios completos costumam ter boa aceitação.
3. Formalização de empresa e regularização
A formalização é uma das etapas mais importantes de como abrir petshop, porque envolve decisões estratégicas e obrigações legais que determinam o funcionamento correto do negócio.
Para facilitar, o processo deve seguir uma ordem clara:
Definição da natureza jurídica
A empresa pode ser aberta como sociedade limitada ou empresário individual, a depender da necessidade. Essa escolha precisa ser feita com o intuito de garantir segurança jurídica e responsabilidade adequada para o empreendedor.
Escolha do CNAE
O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) determina quais atividades o pet shop pode exercer. Entre os códigos mais usados estão:
- Comércio de animais vivos e suprimentos;
- Serviços de banho e tosa;
- Hospedagem e cuidados complementares.
Escolher os CNAEs corretos evita impedimentos na emissão de notas e fiscalizações.
Registro na Junta Comercial
Depois da definição da estrutura jurídica, o contrato social é elaborado e registrado na Junta Comercial. Ele descreve atividades, quotas e regras internas. Esse registro é obrigatório, pois oficializa a empresa.
Emissão do CNPJ
Com o contrato aprovado, a empresa recebe o CNPJ, que identifica o pet shop perante a Receita Federal. Sem ele, o negócio não pode emitir notas nem contratar funcionários.
Inscrição Municipal
A inscrição municipal permite a prestação de serviços e o recolhimento de ISS quando necessário. Além disso, é obrigatória para o funcionamento regular na cidade.
Alvará de funcionamento
O alvará é emitido pela prefeitura e autoriza a abertura do estabelecimento. A prefeitura analisa a estrutura, a localização e as atividades exercidas. Sem o alvará, o empreendimento pode ser multado ou fechado.
Licenças e autorizações especiais
Pet shops precisam atender normas específicas de vigilância sanitária e, a depender da estrutura, do Corpo de Bombeiros.
As licenças mais comuns incluem:
- Licença sanitária;
- AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros);
- Autorização para manipulação de produtos veterinários.
Como cada município possui exigências próprias, contar com orientação contábil reduz atrasos e facilita a aprovação.
5. Estrutura física e boas práticas de funcionamento
Para que o pet shop funcione com segurança, a estrutura precisa seguir normas técnicas. Portanto, a organização interna deve facilitar o atendimento, ao mesmo tempo em que mantém segurança e higiene.
A estrutura costuma incluir:
- Área para exposição de produtos;
- Espaço para banho e tosa com ventilação adequada;
- Local para secagem;
- Área de estoque;
- Ambiente exclusivo para limpeza de materiais.
É provável que o negócio precise de adaptações, ainda que pequenas, pois a fiscalização é rigorosa em relação ao bem-estar animal.
6. Compra de equipamentos
A lista varia conforme o tipo de pet shop, entretanto muitos itens são padrão.
Entre os equipamentos comuns estão:
- Mesas de tosa;
- Banheiras e secadores;
- Máquinas de tosa e lâminas;
- Expositores;
- Sistema de gestão;
- Equipamentos de limpeza.
Esses elementos ajudam o negócio a funcionar de modo organizado e seguro, sobretudo quando o fluxo de clientes aumenta.
7. Contratação de equipe
A contratação deve seguir regras trabalhistas, porque erros nesse ponto geram multas. Além de cumprir obrigações legais, o empreendedor precisa garantir treinamento adequado, a fim de que o atendimento seja eficiente.
A equipe geralmente inclui:
- Tosadores;
- Banhistas;
- Atendentes;
- Estoquista;
- Administrativo, conforme a demanda.
Embora o time possa começar reduzido, é provável que cresça conforme o movimento aumenta.
Como garantir uma abertura correta e agilizada?
Com o propósito de reduzir riscos e manter regularidade, muitos pet shops buscam suporte contábil especializado. A contabilidade acompanha tributos, guias, obrigações acessórias, folha de pagamento e abertura da empresa, de tal forma que o empreendedor ganha tempo para se dedicar aos clientes.
Uma vez que o pet shop lida com notas fiscais de produtos e serviços, contar com orientação evita erros que podem gerar autuações. Portanto, atender às normas com segurança faz diferença desde o primeiro dia.
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